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Diálise Peritoneal é uma alternativa do serviço de hemodiálise que atende quase 40 pacientes da Região Sudoeste de Goiás

A Policlínica Estadual da Região Sudoeste, em Quirinópolis, começou a realizar o serviço de diálise peritoneal em pacientes renais crônicos. Segundo o diretor administrativo da Policlínica, Ricardo Martins, a implantação da nova terapia é um marco na excelência técnica que a unidade tem buscado.

“Temos essa nova alternativa para atender pacientes que necessitam desse serviço de diálise por ser uma especialização no atendimento a pacientes renais crônicos. Isso é motivo de alegria para toda a equipe empenhada em entregar o melhor serviço de saúde para nossa população”, comenta.

Atualmente, 39 pacientes estão em atendimento no serviço de hemodiálise, com uma vaga ainda disponível, garantindo acesso contínuo e qualificado ao tratamento. Os atendimentos contemplam moradores dos municípios de Quirinópolis, São Simão, Gouvelândia, Paranaiguara e Inaciolândia, reforçando o papel regional da unidade na oferta do cuidado especializado.

Além do serviço de hemodiálise, a Policlínica avança na estruturação da diálise peritoneal. No dia 26 de janeiro, teve início a reforma da sala destinada a esse tipo de tratamento, com previsão de conclusão para o início do mês de fevereiro. A adequação do espaço permitirá ampliar as modalidades terapêuticas ofertadas aos pacientes renais.

No dia 4 de fevereiro, os pacientes foram encaminhados para consultas prévias ao implante do cateter no Hospital Estadual de Santa Helena de Goiás (HERSO), etapa fundamental para a continuidade do tratamento e para o início da diálise peritoneal.
Mesmo durante o período de adequações estruturais, a equipe de diálise peritoneal já acompanhava cinco pacientes, sendo dois do município de Rio Verde, um de Caçu, um de Porteirão e um de Quirinópolis. Todos estão em acompanhamento clínico com a médica responsável pela diálise peritoneal, Ana Paula Ferreira, e com a enfermeira Nerivanea Fernandes.

“A iniciativa contribui para a melhoria da qualidade de vida dos pacientes, reduz a necessidade de deslocamento para outros municípios e fortalece a rede de atenção especializada em saúde na região sudoeste de Goiás”, finaliza Ricardo Martins.

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