Atendimentos mais rápidos e acolhimento da equipe médica são motivo de elogios na Ouvidoria da Unidade
A Ouvidoria da Unidade de Pronto Atendimento do Jardim Ingá, em Luziânia, tem recebido comentários positivos de pacientes e acompanhantes que são atendidos em casos de busca de socorro. De acordo com a diretora geral da UPA, Legiane Cristina dos Santos a avaliação positiva da unidade é motivo de celebração para todas as equipes.
“Nosso pessoal das equipes médica e multiprofissional aprimoraram o sentido de atendimento rápido e preciso para a população e isso faz muita diferença para as pessoas que nos procuram em busca de socorro para seus problemas de saúde”, comenta a diretora.
A UPA do Jardim Ingá atende uma população de mais de 100.000 habitantes em casos de urgência e emergência, o que dá um volume grande de demandas para a unidade. A percepção de que o bom atendimento em uma UPA não é apenas uma meta técnica, mas uma necessidade humanitária.
Diferente de uma unidade básica, a UPA opera sob a lógica da gravidade, não da ordem de chegada. O primeiro contato de qualidade ocorre na recepção e, logo em seguida, na triagem.
Um atendimento eficiente utiliza o Protocolo de Manchester para garantir que quem corre risco de vida seja atendido imediatamente. Quando a equipe de enfermagem comunica claramente o que cada cor (vermelho, laranja, amarelo, verde e azul) significa, a ansiedade do paciente diminui.
Mesmo com a alta demanda a UPA do Jardim Ingá tem comprovado alta resolutividade dos casos e um acolhimento humanizado da população. Janailma Franco Bernardo levou o filho Eliabe Franco Bernardo da Silva à UPA do Jardim Ingá que estava com uma crise respiratória. Ela lembra que em pouco tempo passou pela triagem, consultou com o médico e já foi encaminhado para exames e medicação.
“Além de ter sido atendido rápido, meu filho foi muito bem cuidado pelo doutor que estava de plantão. Isso é um alívio grande pra gente que procura a saúde pública”, frisou.
Além da rapidez nos processos de triagem, consultas, exames e medicação a população tem citado a humanização do atendimento. A diretora Legiane ressalta que essa é a meta das equipes da UPA.
“Olhar nos olhos, chamar pelo nome e demonstrar empatia. O paciente que procura uma UPA está em um momento de vulnerabilidade física e emocional”. Além disso, lembra ela, “o diagnóstico preciso e a agilidade na administração de medicamentos. Não basta ser gentil; é preciso resolver a dor ou estabilizar o quadro clínico”, finaliza.








